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BRASIL, Homem, de 26 a 35 anos




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- 15/07/2007 a 21/07/2007
- 03/06/2007 a 09/06/2007
- 20/05/2007 a 26/05/2007



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Os dons de Deus


Um dia, um homem entrou numa loja e, estupefato, viu um anjo atrás do balcão.

Maravilhado com aquela visão, perguntou: "- Anjo, o que vendes?"

O anjo respondeu: "- Todos os dons de Deus."

O homem voltou a perguntar: "- E custam caro?"

E a resposta do anjo foi: "- Não. É de graça .. é só escolher."

O homem, todo feliz, olhou para toda a loja e viu jarras de vidro de fé, pacotes de sabedoria, caixas de felicidade ... Não estava acreditando que poderia adquirir tudo aquilo.

"- Por favor, embrulhe para mim, muito amor de Deus, bastante felicidade, abundante perdão d'Ele, amor ao próximo, paciência, tolerância..."

O anjo anotou o pedido e foi separar os produtos. Ao retornar, entregou-lhe vários pacotinhos, que cabiam na palma da mão do homem. Espantado, ele indagou: "- Como pode você me dar apenas esses pacotinhos?! Eu quero levar uma grande quantidade dos dons de Deus."

O anjo respondeu: "- Querido amigo, na loja de Deus nós não vendemos frutos. Apenas sementes."



- Postado por: José às 09:39 AM
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O Crédulo e o Incrédulo

Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz:

- Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda:

- Não há nenhum jardineiro.

Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível? Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos...

Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:

- Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:

- Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?

O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:

- Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.

- Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos.

E o outro responde:

- Lógico que não!

- O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com Aquele que com tanto amor cuida deste jardim?



- Postado por: José às 07:40 PM
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A importância do perdão


O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.

Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:

- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito comigo. Desejo tudo de ruim para ele.

Sei pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente, o filho que

continua a reclamar:

- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.

O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado.

Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:

- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou.

O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo.

Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:

- Filho como está se sentindo agora? Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.

O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:

- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.

O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Só se conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.

O pai, então, lhe diz ternamente:

- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou; mas, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos

 

(Autor desconhecido)

Cuidado com seus pensamentos; eles se transformam em palavras.
Cuidado com suas palavras; elas se transformam em ações.
Cuidados com suas ações; elas se transformam em hábitos.
Cuidado com seus hábitos; eles moldam o seu caráter.
Cuidado com seu caráter; ele controla o seu destino



- Postado por: José às 07:34 PM
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                                                                                   O Anel

                                                                         Quanto você vale?

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor, sem olhá-lo, disse:

- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois. 

E fazendo uma pausa, falou:

- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.

- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:

- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque
tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível. 

O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel. 

- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:

- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel. 

O jovem, surpreso, exclamou:

- 58 MOEDAS DE OURO!!!

- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.

- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:  

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.



- Postado por: José às 07:28 PM
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Preste muita atenção!

                              

 

                                       A Futilidade da Vida...                                           

 

Antes de sentir-se chocado, pare e preste atenção na foto.
Extraia dela um momento de lucidez para sua própria vida.
A cena é triste, mas nela também
pode-se ver muitas outras coisas.
A lente do fotógrafo captou mais que um momento comovente.
Um abutre observa, esperando o momento
desta alma se entregar definitivamente.
Não, a criança não está morta.
Seu corpo fraco, desnutrido, ainda porta uma chama de esperança.
Implode bem menos que nós, diante de nossos abrutes de brinquedo.
Talvez mais cinco minutos de vida.
Talvez que um anjo desconhecido com uma câmera fotográfica na mão,
que chute esse abutre e lhe dê a certeza de que vale a pena ter esperança.
Ela não tem um Deus dogmático, fé escrita nem nada a que possa se agarrar
para espantar o abutre que a espreita.
Tem dentro de si apenas um coração de criança.
Tem ainda dentro de si a vida.
E o abutre respeita porque na natureza, alimenta-se dos que se entregam.
Nada pode contra a vontade de viver...
Texto dedicado a todos que reclamam da vida fartando-se dela...

 

 

 

 

   



- Postado por: José às 07:05 PM
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Que chamas são essas?

  Sinceramente, não sei quem é o autor do texto abaixo.No entanto, achei oportuno publicá-lo para que possamos refletir sobre certos líderes que se levantam hoje na igreja brasileira;e confrontarmos seus métodos e atitudes com aquilo que pregava - e praticava - o Senhor Jesus.Boa leitura!                

 

"Minha viagem a Recife tinha outra finalidade, mas coincidiu de o Marco Feliciano estar pregando no Recife em Chamas Julho/2006.

A inscrição foi feita na Livraria Betsalém, estranhei que para comprar o ingresso no valor de R$ 15,00 era obrigado a preencher uma ficha de inscrição com dados pessoais, mas enfim...Depois eu vi para que serviriam esses dados!

No congresso o Marco Feliciano pediu uma oferta para o ministério.Caixas de papelão improvisadas passaram em todas as cadeiras, até aí tudo bem.Depois o Marco Feliciano começou a dizer que não queria receber a "oferta da viúva" (moedinha), mas que se fosse realmente da viúva ele aceitaria (esperto né?). 

Depois o Marco Feliciano disse ter tido uma "Revelação de Deus"; Segundo ele Jesus nasceu numa manjedoura não porque faltou lugar e sim porque Maria e José não queriam gastar o dinheiro da "Oferta Memorial".

Mas que oferta é essa? Marco Feliciano explicou que quando uma pessoa compra um carro, consagra a Deus; e o carro é roubado, compra uma casa; consagra a Deus e a casa pega fogo é porque não foi feita uma "oferta memorial".Segundo ele, quando existe essa oferta, o diabo se aproxima do bem, olha a oferta e não pode tocar.

Então Marco Feliciano perguntou:
-Quem tem uma conta corrente em banco levanta a mão? (Alguns ficaram constrangidos, não sabiam se eram obrigados a dar essa informação).

Então gritou:
-Filho-do-cão-com-a-pomba-gira, não mente não! (Ele deve ter notado que pessoas bem arrumadas, notoriamente bem de vida não levantaram a mão). Eu levantei a mão, mas me senti mal em fazer isso.

Em seguida perguntou:
-Desses que levantaram a mão, quantos estão no vermelho com o cheque especial? (Um número maior que o anterior levantou a mão).

Continuou Marco Feliciano:
-Então você vai colocar nesse envelope que está em cada cadeira uma folha de papel com tudo o que quiser pedir a Deus: benção material, saúde, etc. e junto coloquem um cheque pré-datado no valor de R$ 100,00 para trinta dias.

-Se em noventa dias DEUS não mudar a sua vida e você vier a mim reclamar, eu rasgo minha bíblia e paro de pregar!

O dono da livraria cochichou algo no ouvido do Marco Feliciano que prontamente o fez um elogio:
-Esse homem é abençoado por Deus com sabedoria, ele disse que se você não tiver um cheque mas tiver cartão pode passar lá na livraria que ele dá um jeito de enviar para mim. (Se sabedoria de Deus é para arrancar dinheiro do povo eu prefiro ser burro)".

 

 



- Postado por: José às 10:08 PM
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